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	<title>Blog Tekoha</title>
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	<pubDate>Thu, 28 Aug 2008 13:59:40 +0000</pubDate>
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	<language>en</language>
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		<title>Agricultores familiares discutem sobre a cadeia produtiva do Biodiesel</title>
		<link>http://blog.tekoha.org/2008/08/28/agricultores-familiares-discutem-sobre-a-cadeia-produtiva-do-biodiesel/</link>
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		<pubDate>Thu, 28 Aug 2008 13:59:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andressa</dc:creator>
		
		<category>Novidades</category>

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		<description><![CDATA[Agricultores, representantes da sociedade civil e do poder público, estiveram reunidos no dia 21 de agosto, no auditório da casa Brasil em Valente, para discutir como o programa de biodiesel pode fortalecer a agricultura familiar no Território do Sisal. 
Escute toda essa reportagem e outras sobre a Região Sisaleira da Bahia, na qual a Comunidade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Agricultores, representantes da sociedade civil e do poder público, estiveram reunidos no dia 21 de agosto, no auditório da casa Brasil em Valente, para discutir como o programa de biodiesel pode fortalecer a agricultura familiar no Território do Sisal. </p>
<p>Escute toda essa reportagem e outras sobre a Região Sisaleira da Bahia, na qual a Comunidade &#8220;Fibras do Sertão&#8221; da rede da Tekoha fica, na página do <a href="http://www.moc.org.br/reportagens.php?periodo=2008">MOC</a>
</p>
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		<title>Veja a maneira correta de jogar lâmpadas fora</title>
		<link>http://blog.tekoha.org/2008/08/28/veja-a-maneira-correta-de-jogar-lampadas-fora/</link>
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		<pubDate>Thu, 28 Aug 2008 12:39:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andressa</dc:creator>
		
		<category>Novidades</category>

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		<description><![CDATA[Mercúrio contido em lâmpadas pode contaminar meio ambiente.
Consumidor deve procurar serviço de coleta.
Do G1, com informações do MGTV
Quando uma lâmpada queima, a maioria das pessoas troca por uma nova e joga a usada no lixo. No entanto, ela deveria ser reciclada. Por dois motivos: além de conter materiais reaproveitáveis, contém produtos químicos prejudiciais ao meio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mercúrio contido em lâmpadas pode contaminar meio ambiente.<br />
Consumidor deve procurar serviço de coleta.</p>
<p>Do G1, com informações do MGTV</p>
<p>Quando uma lâmpada queima, a maioria das pessoas troca por uma nova e joga a usada no lixo. No entanto, ela deveria ser reciclada. Por dois motivos: além de conter materiais reaproveitáveis, contém produtos químicos prejudiciais ao meio ambiente.</p>
<p>O recomendado para evitar problemas ecológicos é encaminhar as lâmpadas para os locais especializados em reciclagem. Segundo Flávia Mourão, secretária adjunta de meio ambiente da Prefeitura de Belo Horizonte, a legislação prevê que a responsabilidade é do produtor, do distribuidor e do comerciante para disponibilizar o serviço de coleta de lâmpadas.</p>
<p>Muitos consumidores, no entanto, desconhecem que há um serviço de coleta disponível “Se a mercearia ou a loja de material de construção não receber o produto, faça uma denúncia á Secretaria de Meio Ambiente, que as providências necessárias serão tomadas”, diz Flávia.</p>
<p>Segundo o engenheiro químico Benami Waisberg, o mercúrio contido dentro da lâmpada não faz mal às pessoas, mas pode agredir ambiente. Ele está inserido nas lâmpadas incandescentes e, sim, com as fluorescentes, que são mais procuradas atualmente por representarem um gasto menor no consumo de energia elétrica.</p>
<p>“A radiação ultravioleta causa câncer de pele. Por isso, o mercúrio, em forma de vapor, é inserido dentro das lâmpadas para absorver a radiação ultravioleta e transforma-la em radiação luminosa”, completa Waisberg.
</p>
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		<title>Brinquedos para a Sustentabilidade</title>
		<link>http://blog.tekoha.org/2008/08/27/brinquedos-para-a-sustentabilidade/</link>
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		<pubDate>Wed, 27 Aug 2008 14:39:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andressa</dc:creator>
		
		<category>Novidades</category>

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		<description><![CDATA[Falar sobre os problemas que afligem a sociedade e introduzir novos conceitos não é tarefa fácil. Mesmo quando os assuntos em questão são de interesse de todos, como acontece com os temas ambientais e relativos à sustentabilidade das atividades humanas no planeta. Para tornar mais suave a lição, a moderna pedagogia ensina que buscar formas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Falar sobre os problemas que afligem a sociedade e introduzir novos conceitos não é tarefa fácil. Mesmo quando os assuntos em questão são de interesse de todos, como acontece com os temas ambientais e relativos à sustentabilidade das atividades humanas no planeta. Para tornar mais suave a lição, a moderna pedagogia ensina que buscar formas originais de comunicar o conteúdo pode ajudar, e muito, na aprendizagem. Tornando o processo mais rápido, eficiente e por que não, divertido!</p>
<p>Nessa linha, a Estrela, tradicional fabricante de jogos e brinquedos, acaba de lançar o “Banco Imobiliário Sustentável”. Na versão renovada, a mecânica do jogo está totalmente ligada ao tema da sustentabilidade. Em vez de bairros e ruas importantes, as casas do tabuleiro representam reservas naturais como Pantanal, Rio São Francisco, Chapada dos Veadeiros e Serra da Mantiqueira.</p>
<p>Mas se no Brasil a tendência de criação dos “ecojogos” está apenas começando, ela já é uma realidade na Europa, em especial na Alemanha e na França. “Fora do Brasil existem inclusive empresas que só fazem ‘ecojogos’, tanto no que diz respeito aos materiais, quanto aos próprios temas abordados”, conta Gibrin. Segundo o game designer, na França, os desenvolvedores de jogos ecológicos têm especial fascínio pelos temas relacionados à Floresta Amazônica e investem pesado no setor.</p>
<p>Leia mais sobre eco-jogos na página da <a href="http://www.akatu.org.br/central/especiais/2008/sustentabilidade-e-brincadeira-pode-ser">Akatu</a>! </p>
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		<title>Agricultura Familiar - Região Sisaleira da Bahia - Atravessadores</title>
		<link>http://blog.tekoha.org/2008/08/14/agricultura-familiar-regiao-sisaleira-da-bahia-atravessadores/</link>
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		<pubDate>Thu, 14 Aug 2008 22:36:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andressa</dc:creator>
		
		<category>Novidades</category>

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		<description><![CDATA[O Conselho Regional de Desenvolvimento Rural Sustentável da Região Sisaleira do Estado da Bahia (CODES Sisal), região onde a Comunidade da Rede Tekoha Fibras do Sertão se encontra, realizou um encontro no dia 08 de agosto para discutir o preço mínimo do Sisal. Segundo o Presidente do CODES, o papel deles é o de conscientizar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Conselho Regional de Desenvolvimento Rural Sustentável da Região Sisaleira do Estado da Bahia (CODES Sisal), região onde a Comunidade da Rede Tekoha Fibras do Sertão se encontra, realizou um encontro no dia 08 de agosto para discutir o preço mínimo do Sisal. Segundo o Presidente do CODES, o papel deles é o de conscientizar os produtores com relação ao desenvolvimento sustentável e combater a ação dos atravessadores. O evento aconteceu na casa da Cultura em Valente, e contou com representantes da CONAB (Companhia Nacional de Abastecimento) e entidades sociais da região. Para saber mais acesseo site do <a href="http://www.moc.org.br">MOC</a> e o da <a href="http://www.conab.gov.br/">CONAB-BA</a>
</p>
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		<title>Usina Alta Paulista usa bagaço para emitir certificados</title>
		<link>http://blog.tekoha.org/2008/08/13/usina-alta-paulista-usa-bagaco-para-emitir-certificados/</link>
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		<pubDate>Wed, 13 Aug 2008 19:57:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andressa</dc:creator>
		
		<category>Novidades</category>

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		<description><![CDATA[Papel de bagaço de cana-de-açúcar
12/08/08 - Etanol e açúcar. Os dois são os principais produtos feitos a partir da cana-de-açúcar. Dentre alguns produtos que também partem da cana tem a co-geração de energia através do bagaço. Do bagaço também pode ser feito artesanato e alimento para animais. E por que não papel? Esse questionamento foi [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Papel de bagaço de cana-de-açúcar</p>
<p>12/08/08 - Etanol e açúcar. Os dois são os principais produtos feitos a partir da cana-de-açúcar. Dentre alguns produtos que também partem da cana tem a co-geração de energia através do bagaço. Do bagaço também pode ser feito artesanato e alimento para animais. E por que não papel? Esse questionamento foi feito pela Usina Alta Paulista, em Junqueirópolis, junto ao comitê interno de responsabilidade socioambiental em parceria com uma ONG local, a Sonho Nosso.</p>
<p>“Esse era um passivo ambiental na usina, e não tinha um destino para esse bagaço. Parte dele é usado na co-geração de energia. Foi então que surgiu a idéia de transformar o bagaço em papel.”, relata o coordenador da ONG Sonho Nosso, Victor Eloy da Fonseca.</p>
<p>O processo de fabricação do papel é semelhante ao papel reciclado. Há três meses a Usina Alta Paulista utiliza o papel a base de bagaço de cana na confecção dos certificados emitidos pela usina.</p>
<p>“Todos os cursos efetuados dentro da nossa empresa têm o certificado impresso nesse papel. Utilizamos também em nossos cartões de visitas”, afirma Ricardo Picinini, coordenador do Comitê Interno de Responsabilidade Socioambiental da Usina Alta Paulista.</p>
<p>Um outro projeto da usina é aplicar o uso do papel nos condutores utilizados nas barracas sanitárias dos colaboradores rurais da unidade. De acordo com Picinini, “A vantagem é que este é biodegradável, e seu uso previne a contaminação do meio ambiente”. Na visão da usina o projeto além de ambiental é social, pois já gerou dois empregos diretos, na primeira fase, e tão logo seja expandido poderá acarretar em mais contratações.</p>
<p>Rafaela Giomo<br />
Fonte: Agência UDOP de Notícias</p>
<p>Copyright© 2008 - UDOP.<br />
Todos os direitos reservados. É permitida a reprodução, desde que citada a fonte.
</p>
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		<title>Sistema transforma calor em eletricidade e economiza combustível dos carros</title>
		<link>http://blog.tekoha.org/2008/08/12/sistema-transforma-calor-em-eletricidade-e-economiza-combustivel-dos-carros/</link>
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		<pubDate>Tue, 12 Aug 2008 16:30:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andressa</dc:creator>
		
		<category>Novidades</category>

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		<description><![CDATA[Uso de materiais termoelétricos visa economia de até 10% de gasolina.
Calor do escapamento poderá alimentar rádio DVD/Player e GPS, entre outros.
Do G1, em São Paulo, com informações da Associated Press
Pesquisadores trabalham exaustivamente nos Estados Unidos para cumprir uma exigência do Departamento de Energia daquele país: aumentar em 10% a economia de combustível dos automóveis. Para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uso de materiais termoelétricos visa economia de até 10% de gasolina.</p>
<p>Calor do escapamento poderá alimentar rádio DVD/Player e GPS, entre outros.</p>
<p>Do G1, em São Paulo, com informações da Associated Press</p>
<p>Pesquisadores trabalham exaustivamente nos Estados Unidos para cumprir uma exigência do Departamento de Energia daquele país: aumentar em 10% a economia de combustível dos automóveis. Para isso, querem aproveitar o calor do escapamento e transformá-lo em energia elétrica.</p>
<p>A General Motors está próxima de viabilizar o projeto, assim como a BMW, que desenvolve seus experimentos em conjunto com a universidade de Ohio. O princípio de ambas as pesquisas é o mesmo, utilizar a termoelétrica – ciência que utiliza as diferenças de temperatura para criar eletricidade – para criar carros mais econômicos e, conseqüentemente, menos poluentes.</p>
<p>O pesquisador da GM, Jihui Yang, afirma que um cinturão de metal especial envolvendo parte do cano de escapamento pode economizar até 5% de combustível no SUV Chevrolet Suburban, mas também poderá ser usado em modelos compactos.</p>
<p>Para se ter uma idéia, se os experimentos atingirem o objetivo de economizar 10% de combustível, cerca de 378 milhões de litros de gasolina deixarão de ser queimados a cada ano somente nos carros da GM que circulam pelos Estados Unidos. &#8220;É um assunto importantíssimo&#8221;, diz Yang.</p>
<p>E a tecnologia não é revolucionária, pois é conhecida há varias décadas. Porém, 12 anos atrás, pesquisadores começaram a dar mais ênfase no uso de termoelétricos em veículos ao desenvolverem gerador para caminhão, que foi testado por quase 900 mil quilômetros com sucesso.</p>
<p>John Fairbanks, do departamento de tecnologia termoelétrica norte-americana, disse que o sucesso daquele experimento alavancou as pesquisas para um gerador termoelétrico que deverá substituir o alternador dos automóveis.</p>
<p>&#8220;Daqui a três anos poderemos ter carros saindo da linha de produção com geradores termoelétricos no lugar dos alternadores&#8221;, disse Fairbanks. &#8220;É a tecnologia mais viável para viabilizar a economia de combustível em curto prazo.&#8221;</p>
<p>É uma tecnologia similar à utilizada pela NASA para produzir energia elétrica suplementar nos ônibus espaciais desde os anos 60. Sistemas termoelétricos funcionam de duas formas diferentes: usando eletricidade para fornecer calor e frio ou usando diferenças de temperatura para gerar eletricidade.</p>
<p>Em um motor a combustão, apenas 1/4 de toda a energia gerada é transformada em potência efetiva para as rodas, enquanto 40% é perdida pelo calor gerado os outros 30 gastos no sistema de refrigeração do motor. Isso significa que aproximadamente 70% da energia disponível é desperdiçada, segundo a GM.</p>
<p>&#8220;Se você usar parte desse calor e convertê-la em eletricidade, pode aumentar a eficiência geral do sistema&#8221;, afirma Yang.</p>
<p>O SUV Suburban produz 15 quilowatts de energia de calor durante o uso urbano, o que é suficiente para fazer funcionar de três a quatro aparelhos de ar-condicionado simultaneamente.</p>
<p>Porém, é impossível aproveitar todo calor produzido pelos veículos. &#8220;Sendo assim, quando o Suburban viaja a 100 km/h, o gerador termoelétrico produz cerca de 800 watts de energia&#8221;, diz Yang. &#8220;Essa eletricidade pode alimentar acessórios como o sistema de GPS, o rádio DVD/Player e até a bomba de água do sistema de refrigeração do motor.&#8221;</p>
<p>O gerador termoelétrico funciona quando um dos lados do metal é aquecido. O calor faz com que os elétrons se movam para o lado mais frio. Esse movimento cria a corrente elétrica, a qual é coletada por eletrodos e convertida em eletricidade.</p>
<p>Ainda não há previsão de quanto o sistema irá encarecer o preço dos automóveis. &#8220;Mas a questão principal das pesquisas é justamente viabilizar o equipamento para o consumidor final&#8221;, explica Yang.</p>
<p>&#8220;Ainda há muitos degraus para deixar o sistema viável, mas estamos otimistas que esses degraus possam ser superados com sucesso&#8221;, disse Lon Bell, presidente da BSST, subsidiária fornecedora de materiais termoelétricos Amerigon Inc. A empresa, inclusive, trabalha para desenvolver um revolucionário sistema de ar-condicionado para a Ford.</p>
<p>A montadora norte-americana quer um sistema que resfrie rapidamente o interior do veículo no verão. &#8220;Nós acreditamos que podemos oferecer mais conforto para nossos clientes e isso sem sobrecarregar a central do sistema de ar-condicionado&#8221;, diz Clay Maranville, cientista pesquisador da Ford.</p>
<p>A Honda divulgou que auxilia universidades nas pesquisas de termoelétricos, mas não tem um programa exclusivo de desenvolvimento sobre o assunto.
</p>
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		<title>Ecobags viram acessório para compor visual descolado</title>
		<link>http://blog.tekoha.org/2008/08/08/ecobags-viram-acessorio-para-compor-visual-descolado/</link>
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		<pubDate>Fri, 08 Aug 2008 18:20:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andressa</dc:creator>
		
		<category>Novidades</category>

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		<description><![CDATA[Bolsa deixou de ser usada apenas para compras de supermercado.
Mulheres já adotaram modelos para ir ao trabalho e às universidades.
Do G1, em São Paulo
Criadas como alternativa às sacolinhas plásticas de supermercado, as ecobags têm conquistado as mulheres pelo país. Modelos diferenciados passam a ser item obrigatório para compor um visual descontraído. Dessa forma, as ecobags [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Bolsa deixou de ser usada apenas para compras de supermercado.</p>
<p>Mulheres já adotaram modelos para ir ao trabalho e às universidades.</p>
<p>Do G1, em São Paulo</p>
<p>Criadas como alternativa às sacolinhas plásticas de supermercado, as ecobags têm conquistado as mulheres pelo país. Modelos diferenciados passam a ser item obrigatório para compor um visual descontraído. Dessa forma, as ecobags têm tudo para continuar em alta nas próximas estações. </p>
<p>“Acho que esse produto já pegou e não vai ser um simples modismo. Acredito que o acessório deve virar um clássico”, afirma Paulo Raic, que integra a equipe de estilo da Patachou.</p>
<p>De acordo com Raic, as ecobags não são usadas exclusivamente para fazer compras e já começam a ser inseridas no cotidiano, para ir ao trabalho ou mesmo para sair durante o dia.</p>
<p> Consumo</p>
<p>Atenta à tendência, a marca Moleca, vinculada à Beira Rio Calçados, tem entre seus produtos sapatilhas que vêm acompanhadas de uma ecobag. “O produto foi bem aceito porque a consumidora está sempre atenta aos novos movimentos de moda e comportamento”, afirma Maribel Silva, gerente de marketing e vendas.</p>
<p>A marca Ecobag.com.br, fabricante especializada na venda desse tipo de produto, iniciou a comercialização em julho do ano passado e nota que o mercado está aquecido. &#8220;Vendemos aproximadamente 5.000 unidades por mês”, afirma Renata Soares, sócia-proprietária da empresa.</p>
<p>De acordo com Renata, os modelos conquistam os jovens para ir às universidades e peças mais descoladas devem, em breve, chegar às baladas. </p>
<p> Conscientização</p>
<p>De acordo com Elaine Lopes Mota, coordenadora de produtos da Hering, a ecobag da marca foi lançada há três meses. “O produto tem base em algodão cru. No entanto, acho que as pessoas ainda não estão conscientes de que é importante usar bolsas com esse tipo de conceito ecologicamente correto”, afirma.</p>
<p>A marca deve lançar ainda um produto diferenciado para a coleção verão. “Será uma bolsa flex, que pode ser adaptada em três tamanhos. Será uma versão mais arrumadinha, que a pessoa vai gostar mais para usar no dia-a-dia”, diz Elaine.
</p>
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		</item>
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		<title>Barcos movidos à energia solar são testados no AM</title>
		<link>http://blog.tekoha.org/2008/08/08/barcos-movidos-a-energia-solar-sao-testados-no-am/</link>
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		<pubDate>Fri, 08 Aug 2008 18:17:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andressa</dc:creator>
		
		<category>Novidades</category>

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		<description><![CDATA[Meio de transporte alcança velocidade de 35 km/h.
Para prevenir possíveis panes, há depósito com álcool.
Do G1, em São Paulo
Barcos movidos a energia solar são a nova opção de transporte com conceito ecologicamente correto. Por enquanto, o meio de locomoção está em fase de testes no Amazonas, mas os primeiros trajetos comerciais devem ser realizados a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Meio de transporte alcança velocidade de 35 km/h.</p>
<p>Para prevenir possíveis panes, há depósito com álcool.</p>
<p>Do G1, em São Paulo</p>
<p>Barcos movidos a energia solar são a nova opção de transporte com conceito ecologicamente correto. Por enquanto, o meio de locomoção está em fase de testes no Amazonas, mas os primeiros trajetos comerciais devem ser realizados a partir de novembro deste ano.</p>
<p>O empresário Fernando Antônio Afonso Garcia, sócio da Seisui, responsável pelo projeto, afirma que os testes iniciais foram bem-sucedidos. De acordo com Garcia, o primeiro barco tem capacidade para quatro pessoas, mas o modelo para dez pessoas já está em fase de desenvolvimento. O trajeto incial, que vai marcar o início das operações, está previsto para acontecer de Santa Isabel do Rio Negro (AM) até Parintins (AM).</p>
<p>“Fizemos uma pesquisa para verificar a demanda da região. Os próximos barcos terão capacidade para transportar dez pessoas, sendo oito turistas, um guia e um comandante”, afirma.</p>
<p>As placas solares instaladas no teto geram energia elétrica que alimentam as baterias e os motores, capazes de movimentar o barco. “Além disso, o barco conta com uma bateria com energia acumulada e capacidade para realizar a navegação noturna ou sob tempo nublado e chuvoso durante até oito horas”, afirma.</p>
<p>Segundo Garcia, para prevenir alguma possível pane no sistema de energia gerada por luz solar, há um depósito com álcool. O apelo ecológico é um dos principais motes para a implementação deste projeto. “Quem vem para a Amazônia não quer ouvir barulho de motor, nem aturar o cheiro do diesel”, afirma o empresário.</p>
<p>O meio de transporte alcança velocidade de 35 km/h. “Já recebemos pouco mais de 30 pedidos de orçamento de barcos. Além de hotéis da região amazônica, estabelecimentos do Pantanal e de Santa Catarina já demonstraram interesse”, diz.
</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Protótipo de ônibus movido a hidrogênio será testado nas ruas de SP</title>
		<link>http://blog.tekoha.org/2008/08/08/prototipo-de-onibus-movido-a-hidrogenio-sera-testado-nas-ruas-de-sp/</link>
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		<pubDate>Fri, 08 Aug 2008 18:01:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andressa</dc:creator>
		
		<category>Novidades</category>

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		<description><![CDATA[Veículo vai circular pelo corredor ABD Paulista a partir de novembro.
Segundo governo, coletivo é menos poluente que modelo a diesel.
Luísa Brito Do G1, em São Paulo
Um ônibus movido a hidrogênio que expele vapor de água no meio ambiente será testado pelo governo do estado de São Paulo nas ruas da região metropolitana a partir do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Veículo vai circular pelo corredor ABD Paulista a partir de novembro.</p>
<p>Segundo governo, coletivo é menos poluente que modelo a diesel.</p>
<p>Luísa Brito Do G1, em São Paulo</p>
<p>Um ônibus movido a hidrogênio que expele vapor de água no meio ambiente será testado pelo governo do estado de São Paulo nas ruas da região metropolitana a partir do mês de novembro. O protótipo circulará pelo corredor de ônibus ABD Paulista, que liga a Zona Leste à Zona Sul de São Paulo, passando por Mauá, Santo André, São Bernardo e Diadema, no ABC.</p>
<p>Nos primeiros 30 dias, em fase de testes, o ônibus deve circular vazio. Depois o veículo vai trafegar com passageiros, mas continuará sendo monitorado por uma equipe técnica que vai avaliar seu desempenho em diversos horários, do pico aos momentos com menos passageiros. O ABD foi escolhido por ser um corredor exclusivo de ônibus e ter pavimento de concreto.</p>
<p>O projeto, gerido pela Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos (EMTU), começou a ser elaborado em 1998, por empresas nacionais e estrangeiras. O ônibus é híbrido, movido por um motor elétrico alimentado pela energia elétrica produzida através da célula que processa o hidrogênio ou pela bateria. “É como se fosse um ônibus elétrico, mas sem a rede de energia”, explica o presidente da EMTU, José Ignácio Sequeira de Almeida. O hidrogênio usado no projeto brasileiro, segundo Almeida, é produzido pela quebra da água, pelo método da eletrólise.</p>
<p>“O ganho do meio ambiente é imbatível”, afirma Almeida. Segundo ele, o trólebus (ônibus elétrico) também não polui o ambiente, mas gera poluição visual por causa da quantidade de fios necessárias para o sistema.</p>
<p> Produção</p>
<p>Dependendo da eficiência do primeiro protótipo, outros três ônibus movidos a hidrogênio devem ser produzidos a partir de junho de 2009 para começar a funcionar na cidade em 2010. Os testes com o primeiro devem gerar ajustes nos outros modelos. Antes de ser posto nas ruas, o protótipo está passando por testes para que ofereça segurança e conforto aos passageiros.<br />
Foto: Divulgação/EMTU<br />
Divulgação/EMTU<br />
Protótipo de ônibus faz teste em pista comum (Foto: Divulgação/EMTU)</p>
<p>O primeiro exemplar terá ar-condicionado e pode transportar até 62 passageiros, mas as outras unidades podem ter aumento de capacidade. Os ônibus a diesel usados hoje em dia na cidade transportam 80 passageiros. De acordo com Almeida, o ônibus a hidrogênio atinge a mesma velocidade de um ônibus a diesel e tem a vantagem de o motor não fazer barulho.</p>
<p>Atualmente, a frota intermunicipal conta com cerca de 4,5 mil ônibus, dos quais apenas 76 são trólebus. Segundo Almeida, o custo desse ônibus movido a hidrogênio é maior que o dos ônibus a diesel, porém sai mais em conta que o dos trólebus. Todo o projeto, que envolve a criação de outros três protótipos, a unidade de produção, armazenamento e abastecimento, foi orçado em mais de R$ 20 milhões.</p>
<p> Gasto de energia</p>
<p>Para o Greenpeace no Brasil, o exemplar a hidrogênio não é o ideal, pois gasta muita energia para produzir cada partícula de hidrogênio, mesmo pelo método da eletrólise. “Fica um balanço negativo de energia”, afirma Sergio Leitão, diretor de políticas públicas do Greenpeace no Brasil. A organização defende um maior uso dos trólebus, que gastam menos energia. “No momento, achamos mais viável investir nos trólebus”, diz Leitão.</p>
<p>Para o especialista em transportes e ex-secretário estadual de Transportes (1984 – 1987) Adriano Branco, a iniciativa é um passo importante para o país, pois os ônibus movidos a hidrogênio poluem bem menos que os a diesel e têm maior flexibilidade que os trólebus, já que não precisam seguir uma rede elétrica para se movimentar. “Trólebus depende de um corredor de maior demanda por causa da manutenção de uma rede elétrica. Os movidos a hidrogênio são melhores para corredores de menos densidade”, explica Branco.</p>
<p>Segundo ele, o maior gasto de energia na produção do hidrogênio, citada pelo Greenpeace, é minimizado pelas novas tecnologias empregadas no processo e também é bem menor que a energia gasta com a produção do diesel. “O rendimento energético de um trólebus está na ordem de 75%, do a hidrogênio em 50% e do a diesel, 30%”, diz.
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		<title>Palestra Sobre Degelo</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Aug 2008 13:49:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andressa</dc:creator>
		
		<category>Novidades</category>

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		<description><![CDATA[Esquimó Angaangaq dá testemunho sobre degelo no Polo Ártico e impacto das mudanças climáticas sobre a vida dos povos no extremo norte do planeta.
Em sua passagem por São Paulo, o líder indígena Esquimó, Angaangaq, do grupo Eskimo-Kalaallit, cuja família pertence ao grupo de xamãs do Pólo Norte, Groenlandia, fará uma palestra na Fundação Getulio Vargas, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esquimó Angaangaq dá testemunho sobre degelo no Polo Ártico e impacto das mudanças climáticas sobre a vida dos povos no extremo norte do planeta.</p>
<p>Em sua passagem por São Paulo, o líder indígena Esquimó, Angaangaq, do grupo Eskimo-Kalaallit, cuja família pertence ao grupo de xamãs do Pólo Norte, Groenlandia, fará uma palestra na Fundação Getulio Vargas, para dar testemunho do impacto das mudanças climáticas sobre a cultura e luta para sobrevivência dos povos da Groenlândia, região do planeta mais afetada por esse fenômeno global, em função do degelo.</p>
<p>Em sua língua nativa, seu nome Angaangak significa &#8220;o homem que se parece com seu tio&#8221;. É por isso que muitas vezes se apresenta como &#8220;Uncle&#8221;, que significa &#8220;tio&#8221; na língua inglesa. O Uncle tem se dedicado a construir pontes entre os povos dos cinco continentes, sensibilizando-os a respeito da gravidade das mudanças climáticas globais. Usando da medicina tradicinal, de seu papel de líder espiritual, e da sabedoria de um contador de histórias, dá testemunho vivo do sofrimento de um povo, e apresenta uma mensagem de esperança, mostrando caminhos para o enfrentamento do problema do<br />
aquecimento global.</p>
<p>Angaangaq tem sido convidado como palestrante de honra em encontros internacionais sobre temas ambientais, mudanças climáticas, e em encontros de lideranças dos povos indígenas. Já palestrou para grandes audiências do Programa das Nações Unidas para o Meio ambiente, o Painel Internacional de Religiosidade e Espiritualidade, o Forum Permanente para Questões Indígenas e para a UNESCO. É proclamado como um líder que promove o entendimento entre as nações e culturas, em busca da paz, e do equilíbrio climático planetário.</p>
<p>Seu testemunho traz evidências dos impactos das mudanças climáticas sobre o meio ambiente e a cultura da região do planeta mais vulnerável ao aquecimento global na atualidade.</p>
<p>Local do Evento – Auditório da Fundação Getulio Vargas, Avenida Nove de<br />
Julho, 2029, Bela Vista, São Paulo – SP<br />
Dia : 13 de agosto de 2008<br />
Horário: 19hs – 21hs<br />
Gratuito</p>
<p><a href="http://ces.fgvsp.br/uncle/presenca/">Inscrições no site</a><br />
Esclarecimentos – ces@fgv.br ou alex.hubner@fgv.br<br />
Realização: Centro de Estudos em Sustentabilidade da EAESP-FGV</p>
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