Restrição da Circulação de Caminhões em São Paulo

Junho 30th, 2008 de Andressa

Para quem mora em São Paulo, sabe o desespero que é estar na Marginal e ver que as duas faixas da direita estão entupidas de caminhões e as outras (duas ou três) que sobraram também estão entupidas de carros. E o trânsito não anda… duas horas da tarde e TUDO está parado!

Entretanto, entrou em vigor às 5h de hoje a restrição à circulação de caminhões de médio e grande porte numa área de 100 km² dentro do centro expandido da capital paulista. Os motoristas de veículos pesados não poderão circular das 5 às 21 horas. Os agentes de trânsito farão a fiscalização em pontos fixos, rondas e blitze. O motorista de caminhão grande que desrespeitar a medida poderá ser multado a cada duas horas, dentro da área de restrição.

O Secretário dos Transportes, Alexandre de Moraes, acredita que a mudança representará uma redução de 20% no volume de veículos nessa região no horário de restrição. “Esses caminhões que serão retirados correspondem a 7% da frota desses 100 quilômetros quadrados, mas, em relação ao volume, será de 20%, porque o caminhão é maior”, disse Moraes.

Saiba mais no Portal G1

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Comércio Justo

Junho 27th, 2008 de Henrique

Muitas pessoas questionam sobre o que é comércio justo, acreditamos que acima de tudo as relações devem ser transparentes até para as pessoas poderem avaliar se consideram essa ou aquela organização praticantes do comércio justo.

Abaixo segue a definição da wikipedia:

Comércio justo (Fair Trade em inglês) é um dos pilares da sustentabilidade econômica e ecológica, ou econológica como vem sendo chamada. Trata-se de um movimento social e uma modalidade de comércio internacional que buscam o estabelecimento de preços justos bem como de padrões sociais e ambientais nas cadeias produtivas de vários produtos. O movimento dá especial atenção às exportações de países em desenvolvimento para países desenvolvidos, como artesanato, café, cacau, chá, banana, mel, algodão, vinho, frutas in natura, e muitos outros (tradução livre).

Em poucas palavras, é o comércio onde o produtor recebe remuneração justa por seu trabalho. Neste comércio eliminam-se os intermedíários ao mínimo necessário.

Alguns países têm consumidores preocupados com a sustentabilidade e que optam por comprar produtos vendidos através do comércio justo. Esta opção ética tem permitido que pequenos produtores de países tropicais possam viver de forma digna ao fazeram a opção pela agroecologia, como agricultura orgânica.

O Comércio Justo é definido pela News! (a Rede Européia de Lojas de Comércio Justo) como: “uma parceria entre produtores e consumidores que trabalham para ultrapassar as dificuldades enfrentadas pelos primeiros para aumentar seu acesso ao mercado e para promover o processo de desenvolvimento sustentado. O Comércio Justo procura criar os meios e oportunidades para melhorar as condições de vida e de trabalho dos produtores, especialmente os pequenos produtores desfavorecidos. Sua missão é a de promover a equidade social, a proteção do ambiente e a segurança econômica através do comércio e da promoção de campanhas de conscientização”.

Para saber mais acesse:

http://www.facesdobrasil.org.br/fb/ - Comércio Ético e Solidário

http://www.ifat.org/index.php?lang=es

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Barbeador elétrico vs Barbeador Manual

Junho 17th, 2008 de Andressa

“Usar o barbeador elétrico é menos danoso ao ambiente, no período de um ano”, diz o engenheiro Eduardo Antônio Licco, 59, professor do curso de gestão ambiental do Senac. No curto prazo, o barbeador elétrico gera menos resíduos do que o manual.

Outro ponto positivo do elétrico é que não precisa de água nem espuma. Já quem faz a barba com o manual pode gastar, em cinco minutos, até 12 litros de água, em casa, e até 80 litros, em apartamento –de acordo com a Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo).

Ecologicamente, um dos pontos positivos do barbeador elétrico sobre o manual é que ele pode abrir mão de água ou espuma

Mas o barbeador com lâminas descartáveis tem algumas vantagens sobre o elétrico: é mais simples e não consome energia. Colocando na balança os prós e os contras, porém, é mais provável que o elétrico leve a melhor, segundo o professor do Senac.

Ele afirma que, para saber com precisão qual o melhor método, é necessário analisar os ciclos de vida dos dois aparelhos.

“O impacto do gasto de energia é menor que o dano das lâminas descartáveis”, diz a engenheira Wanda Maria Günther, 50, professora da Faculdade de Saúde Pública da USP. Ela afirma que nos aparelhos manuais a quantidade de resíduos não biodegradáveis descartados é grande, se considerado o conjunto da população, e pode ser perigosa para quem manipula o lixo.

Se uma pessoa se barbeia duas vezes por semana usando dois pares de lâminas por mês, em dez anos terá descartado 240 pares. No mesmo cenário, um barbeador elétrico usado por três minutos em cada vez pode consumir 26 kWh de energia em dez anos.

Os de tecnologia mais avançada podem gastar bem menos: 1,5 kWh. Barbeadores elétricos duram mais de dez anos, em geral. Nesse período, o consumidor poderá ter trocado lâminas e baterias duas vezes. Para atenuar esse impacto, as assistências técnicas da Braun e da Philips recebem baterias velhas.

CYRUS AFSHAR
da Folha de S.Paulo

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Revista Exame fala de profissionalização do Setor Social

Junho 9th, 2008 de Andressa

Conceitos já tradicionais no mundo dos negócios são cada vez mais incorporados por ONGs. E isso é uma boa notícia É o que fala a revista exame em reportagem de 15/05/08.

Por definição, nas organizações não-governamentais (ONGs), lucro é um conceito inexistente. Seja qual for a finalidade, ela deve estar dissociada da idéia de ganhar dinheiro. Essa característica fundamental das ONGs fez com que, por muito tempo, qualquer sinal de capitalismo fosse execrado. O preço pago, no caso de muitas delas, foi a ineficiência e o desaparecimento. “A competição na área social hoje é enorme e só sobreviverão as ONGs que aprenderem a gerir seus recursos de maneira eficiente”, diz Eduardo Carneiro, presidente da Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD) (…)

A apropriação de conceitos típicos do mundo dos negócios ainda é uma exceção entre as cerca de 300000 ONGs atuantes no Brasil, que em geral ignoram qualquer prática de boa gestão. (…) Um indicador é a expansão — ainda tímida — da área de Terceiro Setor da operação brasileira da KPMG, uma das maiores auditorias do mundo. A KPMG possui hoje 74 clientes do Terceiro Setor no país, sendo que dez deles contrataram os serviços a partir de janeiro deste ano. (…)

Leia essa reportagem na íntegra no Site do Planeta Sustentável

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O que causa mais prejuízos ao meio ambiente: o descarte de copos de plástico ou o uso de detergentes para lavar copos de vidro?

Junho 5th, 2008 de Henrique

Todo produto sintetizado pelos humanos e que é desconhecido na natureza tem o potencial de causar danos ambientais. A intensidade do prejuízo depende da escala de uso e do tempo de permanência das substâncias no ambiente.

Os detergentes são tensoativos que alteram as propriedades de interfaces e, portanto, podem ser danosos a microrganismos, por exemplo. Em sua formulação, há substâncias – destinadas a aumentar a formação de espuma – que contêm em sua estrutura química nitrogênio ou fósforo. Os detergentes à base de polifosfatos podem levar também à fertilização de corpos de água, causando crescimento exagerado (bloom) de algas e outros efeitos.

Hoje, a maioria das formulações utiliza agentes como o EDTA ou NTA, que não contêm fósforo na molécula. Os detergentes modernos tendem a ser biodegradáveis, o que não ocorria no passado; seu tempo de permanência no ambiente, portanto, é menor. Para lavar copos, pode-se também utilizar sabões em vez de detergentes, caso não se tenha acesso aos biodegradáveis.

Já o plástico usado atualmente para produzir copos e outros artefatos não é biodegradável e permanece pouco alterado no ambiente por décadas após o descarte. Assim, o uso por apenas uma vez de um copo de plástico, como é hábito geral, seguido de seu descarte, é altamente danoso ao meio ambiente, sem falar na própria produção de plásticos, que gera resíduos tóxicos.

Os ftalatos, por exemplo, adicionados para dar maciez ao plástico, são agentes de desregulação endócrina. Os catalisadores metálicos empregados na polimerização (o plástico é um polímero) podem ser descartados no ambiente aquático ou sobre solos, causando danos ambientais. Em resumo: usas copos de vidro é menos prejudicial ao ambiente.

Angela Wagener
Departamento de Química,
Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro

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I Fórum Internacional de Comunicação e Sustentabilidade

Junho 4th, 2008 de Andressa

Acontecerá nos dias 11 e 12 de junho o I Fórum Internacional de Comunicação e Sustentabilidade em Brasília.

O Fórum visa promover o diálogo e o entendimento entre setores público, privado e a sociedade civil com o objetivo de assegurar a compreensão do conceito da sustentabilidade em seu significado mais amplo e o papel contemporâneo e estratégico da comunicação neste processo de mudança cultural nos sistemas político, econômico e social.

Os estudantes de todo o Brasil estão convidados para participar gratuitamente do Fórum, basta fazer a inscrição no site do evento.

Mais informações sobre o Evento e as inscrições estão no site do I Fórum Internacional de Comunicação e Sustentabilidade Acesse!

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Dia Mundial de Combate ao Trabalho Infantil

Junho 4th, 2008 de Andressa

Seminário antecipa discussões sobre o Dia Mundial de Combate ao Trabalho Infantil

Para não deixar o debate sobre a exploração da mão-de-obra infantil e adolescente no esquecimento, será realizado em comemoração pelo Dia Mundial de Combate ao Trabalho Infantil (12 de junho) um seminário cuja temática é Educação: Resposta certa contra o Trabalho Infantil. Na Bahia estas comemorações acontecem antecipadamente no dia 06 de junho, em Salvador.

Todos os anos a temática é abordada através de uma perspectiva, este ano o tema escolhido foi educação, devido a crença de que esta é a melhor maneira de solucionar a questão do trabalho infantil.

Leia mais sobre isso no site do MOC

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Saia da Caixa

Maio 21st, 2008 de Henrique

Muitas pessoas falam de ser original, de fazer diferente, mas na hora de presentear acabam caindo em presentes industrializados convencionais, não que exista algo de errado com esses presentes, mas eles são mais frios. Na Tekoha apresentamos produtos de comunidades que contam histórias, feitos a mão, com profundo significado para quem fez e para quem os recebe, assim buscamos resgatar o significado dos presentes. Também incentivamos presentes como viagens e outras vivências. No último email citamos o Projeto Bagagem, o Jogo do Herói e um Restaurante Ecológico. Todos esses presentes são especiais e originais e além disso contribuem para o planeta. Que tal pensar diferente a hora de presentear no dia dos namorados e em outras ocasiões?

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A Banca

Abril 10th, 2008 de Andressa

A Banca, no início, era um grupo de jovens que realizavam eventos “em cima de um caminhão” de forma gratuita com a intenção de propagar cultura, lazer, informação e diversão para a comunidade, que contavam com a participação de outros grupos também da comunidade. “A Banca”, atualmente, tem como perspectiva se consolidar como uma produtora cultural social na Zona Sul de São Paulo, promovendo o acesso ao direito à informação e potencializando a cultura local por meio do envolvimento da comunidade local, articulação com parceiros e órgãos do Estado e divulgação da palavra como ferramenta principal para a conquista de direitos. Sua perspectiva de desenvolvimento está em direção a 5 áreas de atuação: A produtora, as oficinas culturais, as oficinas de trabalho, a rádio, o Voz da Periferia e a grife.

www.myspace.com/vozdaperiferia

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Garrafa Pet vira Luz

Abril 9th, 2008 de Andressa

A Ampla está testando o uso de garrafas PET como “lâmpadas naturais”, para reduzir o consumo, de energia em lares de baixa renda. O projeto-piloto engloba 12 residências em São Gonçalo e Itaboraí. E, chegará hoje a Magé. Nenhuma das casas tem laje: contam apenas com a telha escura.

Em um mês, o valor da conta de luz caiu 30%. As garrafas, com uma mistura de água e alvejante, são instaladas num buraco aberto na telha e distribuem a luz externa no interior da casa. Á “tecnologia” foi Inventada dentro da própria empresa. A Ampla fará agora um mapeamento das 272 famílias, inscritas em seus programas sociais, para ampliar o projeto — investimento de R$ 120 no projeto-piloto. As casas escuras consomem muito mais energia e pagam em média, R$ 80 de luz por mês. Com as lâmpadas de PET, houve economia de R$ 22 — conta André Moragas, diretor de comunicação da Ampla.

A “lâmpada natural” feita com garrafa PET é invenção de um mecânico de Uberaba (MG), não da Ampla. O mineiro teve a idéia em 2002, durante o racionamento de energia e, na época, técnicos da Cemig reconheceram a eficiência do sistema alternativo. A distribuidora fluminense reconheceu que funcionários de sua área de programas sociais tomaram conhecimento da criativa invenção pela TV, dois meses atrás, e sugeriram seu uso, no projeto de economia de luz, nos lares de baixa renda.

OG - Negócio & Cia

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