Para quem quer entender mais sobre mandalas: o que elas representam e o significado!
Esse livro é um livro experimencial! Ele faz com que você tenha uma experiência de relacionamento com as formas que ele te apresenta! Muitíssimo indicado!
Mandala é uma palavra sânscrita, que significa círculo. Mandala também possui outros significados, como círculo mágico ou concentração de energia. Universalmente a mandala é o símbolo da totalidade, da integração e da harmonia.
Em várias épocas e culturas, a mandala foi usada como expressão científica, artística e religiosa. Podemos ver mandalas na arte rupestre, no símbolo chinês do Yin e Yang, nos yantras indianos, nas mandalas e thankas tibetanas, nas rosáceas da Catedral de Chartres, nas danças circulares, nos rituais de cura e arte indígenas, na alquimia, na magia, nos escritos herméticos e na arte sacra dos séculos XVI, VII e XVIII.
A forma mandálica pode ser encontrada em todo início, na Terra e no Cosmo: a célula, o embrião, as sementes, o caule das árvores, as flores, os cristais, as conchas, as estrelas, os planetas, o Sol, a Lua, as nebulosas, as galáxias. Se observarmos o cotidiano a nossa volta, perceberemos estruturas mandálicas onde nunca pensaríamos haver, como no gostoso pãozinho ou no macarrão que comemos: começam com a massa que depois de amassada vira uma bola – mandala tridimensional – para crescer. O prato onde comemos tem a forma circular, e quando nos servimos formamos uma mandala colorida, que irá nos alimentar e nos nutrir, dando energia e vitalidade ao nosso corpo. A própria Terra foi formada por uma explosão de forma mandálica.
A mandala pode ser utilizada na decoração de ambientes, na arquitetura, ou como instrumento para o desenvolvimento pessoal e espiritual. A mandala pode restabelecer a saúde interior e exterior. Podemos usar uma mandala para a cura emocional, que refletirá positivamente em nosso estado físico, e assim ficaremos com mais saúde e vigor. Também podemos utilizar uma mandala para a cura de ambientes, como o familiar e o de trabalho, ou para preparar um espaço especial, onde você irá meditar ou fazer sessões de cura, como massagem, Reiki, astrológica, psicoterápica, atendimento clínico.
Você não sabe onde reclamar sobre o ônibus que você pega todo dia lotado?
Acha absurda a falta de respeito que alguns motoristas têm com os passageiros e até mesmo com motoqueiros e/ou motoristas de outros veículos?
O cobrador de alguma linha é folgado?
Você se sente desprotegido e/ou em perigo ao descer em algum ponto específico, mal iluminado etc?
A Promotoria do Patrimônio Público e Social do Ministério Público criou um blog para coletar informações e reclamações da população sobre o sistema de transporte coletivo da capital, prestado por empresas contratadas pela Prefeitura sob concessão ou permissão.
Queixas e observações postadas no blog pelos usuários vão servir para subsidiar o inquérito. Se apurada omissão por parte da Prefeitura e de seus agentes, o Ministério Público poderá propor uma ação civil pública contra a administração municipal.
Clique na imagem abaixo e confira o Blog!
Via twitter também serão coletadas infos!
twitter.com/blogdoonibus
A estratégia da empresa Tekoha, de Henrique Bussacos, 29, é montar uma rede de comunidades ligadas a projetos sociais e articular as criações para desenvolver produtos em escala que atendam principalmente o mercado corporativo.
Segundo ele, a exigência de 50% do valor final do produto para as comunidades (norma do comércio justo) impossibilita o negócio. Na outra ponta, as margens altas do mercado de artesanato não distribuem renda pois pagam pouco às comunidades. A solução foi mesclar práticas.
A Tekoha foca na comercialização e na distribuição e informa como chegou ao preço final, discernindo os custos com transporte, impostos, embalagens e seu percentual e o da comunidade. “Tira um pouco a “bombada” na margem do produto”, diz Bussacos a respeito do efeito da sua política de preço no planejamento da firma.
O programa mostra a arte das moradoras dos cortiços de Santos, no litoral paulista. O barulho do trem não atrapalha a concentração. O grupo Raízes Corticeiras existe há dois anos.
“É um grupo de mulheres moradoras de cortiços que vendem bijouteria de chita. A gente faz bijouteria de tecidos e agora estamos com uma linha nova de couro. A gente recebe algumas doações de fábricas de bolsas de couro e faz. A chita a gente compra”, diz Gledisnai Faustino, 19 anos, coordenadora geral do projeto.
As dez integrantes se reúnem na associação cortiços do centro. São responsáveis pela confecção e pela venda dos produtos.
“O ponto do tecido a gente já sabia, cada uma já sabia, que a mãe, a avó, já ensinam. Agora só a chita, só o modelo da bijouteria que a gente aprendeu aqui. É. A gente tem uma parceria com o instituto elos que eles fazem a parte do designer pra gente, só que cada uma tem um todo o direito de criar, que é o que as meninas fazem”, diz Gradsnay.
“É uma valorização humana, é uma cidadania plena, sem ter que ficar vivendo só do assistencialismo, de só reclamar e não fazer nada. E assim, elas acabam descobrindo o talento que cada uma tem, que é legal e o legal é que não é a ACC que administra a parte financeira, são elas que fazem e administram também a parte financeira”, diz Samara Margareth Conceição Faustino, presidente da Associação dos Cortiços do Centro.
O lucro é reinvestido na produção e dividido entre as artesãs.
“É uma forma de gerar renda pra cada uma das famílias, porque o dinheiro vem, e é uma forma de ajudar em casa também”, diz Gradsnay.
“Pra mim foi muito bom, porque eu não tinha outra renda também e no momento, essa chegou na hora certa”, diz Joaquina do Socorro Lima, 60 anos.
“Eu não tinha como sustentar a minha filha, aí teve essa oportunidade, fazer bijouteria, vamos aprender, aí eu falei - eu não sei costurar -, mas é um ponto de fralda, tu aprende -, e eu batendo na tecla que eu não sabia. Aí eu falei - vou tentar -, tentei, estou desde o começo, nunca desisti”, diz Leidiane Silva Mendes, 23 anos.
Leidiane levou o trabalho para dentro de casa e a família, para o projeto.
Eu faço chaveiro e broche, eu começo fazendo assim. primeiro eu pego a agulha, faço um fuxico direitinho, diz Maria da Silva, 52 anos.
Mudou bastante coisa, porque agora eu tenho uma renda. Quando tem encomenda, a gente se vira nos 30. A gente coloca até os maridos pra fazer, eu ensinei o meu, a minha irmã ensinou o dela, eles não faz parte mas sempre dá uma mão, sempre ajuda a gente, diz Taiane Silva Mendes, 21 anos, irmã.
O nome “raízes corticeiras” é uma homenagem à origem das integrantes.
“A gente mora em cortiço e também tem uma planta que chama de corticeira. A nossa presidente deu essa sugestão pra nós, ficava muito legal esse nome. Em homenagem à planta, esse pé de árvore, e que a gente mora em cortiço”, diz Joaquina do Socorro Lima, 60 anos.
O próximo objetivo do grupo é abrir uma loja própria no país, mas as peças já conquistaram um mercado bem longe das raízes.
“A gente começou, na verdade, a vender pra fora do país, agora que a gente vende mais aqui no Brasil. Tem um, a gente teve um ponto de venda em Boston. Já foi pro Canadá, pra Grécia, pra Argentina, pro Equador, pra Inglaterra, pra vários países, através de pessoas que vem visitar a comunidade, daí conhece o nosso trabalho, acaba gostando e leva”, diz Gradsnay Faustino, 19 anos, coordenadora geral do projeto.
A Tekoha está com um stand na Natura (em Cajamar). Estamos no Espaço de Convivência próximo ao refeitório. Fizemos uma decoração muito especial e lá ainda é possível fazer kits Tekoha e Natura!
A Tekoha estará presente comercializando e divulgado o seu trablaho nos dias 04 e 05 de maio no Condomínio Faria Lima Square, em evento organizado pela administração do Condomínio.
A Vila Tekoha está em um novo ponto no Shopping Eldorado! Continuamos no 2o piso, mas num espaço com mais movimento, em frente ao Empório Naka. Venha conhecer um novo ponto e muitos brincos novos de capim dourado, novos colares de jarina…
Confiram a entrevista com a Andressa da Tekoha na ResultsON!
Incentive os fornecedores
A Tekoha, startup que comercializa produtos artesanais feitos em pequenas comunidades brasileiras, orienta constantemente seus fornecedores. Às vezes, no entanto, a comunicação é cortada por motivos muito simples, como um pé d’água inconveniente. Mesmo assim, as tentativas para entrar em contato com as associações não se esgotam: Skype, VoIP, orelhão, carta. Quando é possível, faz-se até intercâmbio. Como? A gestora Andressa Trivelli explica: “O pessoal de Mumbuca, em Tocantins, veio para um evento em São Paulo, e aproveitamos a oportunidade para dar alguns passeios. Nós os levamos ao shopping, onde mostramos a diferença de apresentação entre os seus produtos e aqueles vendidos em lojas de grife. A partir daí, eles passaram a fazer modelos variados de acessórios e aumentaram o portfólio, ou seja, novas possibilidades de vendas para nós”
Mais informações: http://www.resultson.com.br/site/?p=4288